Palestras e diagnóstico para empresas em transição
Quando a organização muda, liderar do mesmo jeito começa a custar caro. Eu entro para ampliar a leitura do momento.
Ajudo líderes e organizações a ler os momentos em que crescer passou a exigir outra lógica. Médica de formação, executiva e autora, levo ao palco e à mentoria uma leitura singular sobre liderança, mudança e antirresiliência.
donos de negócio de pé ao fim da palestra no BNI Summit 2026
Profissional do Futuro, base do Domador de Rinocerontes
livros, dois que sustentam a tese
Empresas e pessoas são treinadas para medir desempenho, metas e resultados. Mas há movimentos que os indicadores só mostram tarde demais.
A liderança se sobrecarrega enquanto as pessoas seguem entregando com menos autoria, e as reuniões ficam corretas, porém menos vivas. Nada disso é fracasso. É o sinal de que a organização entrou em uma zona de transição, e zona de transição pede leitura antes de pedir esforço.
A organização opera, mas não respira.
Quando a organização muda, liderar do mesmo jeito começa a custar caro. Eu entro para ampliar a leitura do momento.
Para o profissional que percebe que a competência que o trouxe até aqui já não basta para o próximo ciclo.
Explica por que organizações inteiras passam a desejar e disputar as mesmas coisas, e por que o conflito quase nunca está onde parece estar.
Levou o desejo mimético para o terreno do trabalho e da carreira, onde eu atuo.
A fricção entre perspectivas, não a harmonia, é o que faz um time avançar. É a forma organizacional do silêncio estratégico e do custo invisível de discordar.
Me ensinou e treinou a encontrar a causa para que os sintomas sejam realmente entendidos e tratados corretamente.
Cada palestra parte de um desafio real das empresas hoje: liderar em ambientes mais ambíguos, integrar gerações que valorizam coisas diferentes e sustentar mudança sem cair no automatismo de voltar ao que era.
A proposta é ampliar a leitura e criar uma linguagem comum, para que líderes e times conversem melhor sobre o que precisa evoluir.
O que a sua empresa sente e ninguém consegue dizer.
Baseada no livro Liderança Singular. Sobre por que a busca por harmonia trava a decisão, por que o que parece conflito entre gerações é, na origem, um choque estrutural, e como deslocar o foco do julgamento para o diagnóstico de precisão.
Por que voltar ao normal pode ser o maior risco da mudança. Sobre atravessar a transição sem tentar restaurar o modelo que produziu o desgaste.
Por que a idade já não explica o comportamento das pessoas na empresa, e por que o que organiza um time são as rotas de valorização, não a faixa etária.
O problema mais perigoso não é o que ninguém viu. É o que todos viram e ninguém nomeou.
A partir do rinoceronte cinza de Michele Wucker: a ameaça grande, provável e visível que seguimos tratando como paisagem. Com casos reais e a leveza de quem conta histórias, mostra por que entre ver o problema e ser atropelado por ele existe uma etapa que quase toda organização pula, a de dar o nome certo ao que está na sala. Indicada para convenções e grandes plateias.
A idade parou de dizer o que a pessoa valoriza. Quem paga na moeda errada recebe obediência, não entrega.
A aflição de continuar muito bom naquilo que o ambiente parou de pedir.
Resiliência virou elogio para quem devia ter mudado de rota há muito tempo.
Mude o Jogo é para o profissional sênior que sente que a competência de sempre já não sustenta o próximo passo, e que insistir na mesma versão de sucesso começou a pesar mais do que render.
A mentoria se apoia no método DOMA, quatro movimentos para sair da reação e voltar a decidir.
O acompanhamento é individual e segue poucos profissionais por ciclo. Novas entradas dependem da conclusão dos acompanhamentos em curso.
Um trabalho de diagnóstico que torna visível o que opera abaixo da superfície das métricas: onde a decisão trava, onde a autoria se perde, e onde a cultura ainda funciona mas já começou a custar caro.
É leitura estrutural da organização, conduzida com método, para que a empresa passe a decidir a partir do que enxergou. A empresa não é convidada a reconhecer que está errada. É convidada a reconhecer que chegou a um novo nível de complexidade, e complexidade nova pede outra leitura.
O diagnóstico é conduzido pessoalmente, do primeiro contato à devolutiva. Por isso a agenda aceita poucas organizações por ano, e cada entrada começa por uma conversa diagnóstica.
Solicitar uma conversa diagnósticaDonos de negócio na plateia. Ovação de pé. Quatro horas de fila de autógrafos depois da palestra, no BNI Summit 2026.
Sessão de quatro horas para uma turma de executivas sêniores.
Profissional do Futuro, base do Domador de Rinocerontes.
Já contei nove carreiras: médica cardiologista, apresentadora de TV, radialista, professora universitária, executiva, empreendedora, e hoje autora, mentora e palestrante.
Cada mudança foi planejada, e nenhuma nasceu de fracasso. Nasceu sempre do mesmo movimento: perceber, um pouco antes dos outros, que o ciclo havia mudado e que continuar no mesmo lugar começaria a custar caro.
Essa leitura de ambiente, treinada primeiro na medicina e depois em cada transição, virou o centro do meu trabalho. Hoje ajudo líderes e organizações a fazer o mesmo: enxergar a virada antes que ela chegue como crise, e decidir a partir do que se vê.
Minha carreira executiva sustenta essa leitura. Dentro do mundo corporativo, ocupei posições de liderança nas áreas médica e de negócios, em companhias como Pfizer, Novartis, Sanofi e Amicus, e presidi a Sociedade Mineira de Cardiologia.
Por mais de três décadas, na medicina e no mundo corporativo, fui conhecida como Andréia Loures-Vale. O nome mudou com um novo ciclo. A lente que me acompanha desde o primeiro plantão continua a mesma.
Liderança nas áreas médica e de negócios em Pfizer, Novartis, Sanofi e Amicus.
Ex-presidente da Sociedade Mineira de Cardiologia.
Quatro livros, dois autorais e dois em coautoria.
Profissional do Futuro.
Como liderar quando é o sistema que está errado. Um ensaio aplicado que propõe um novo modo de ler organizações.
Comprar na AmazonPor meio de parábolas e storytelling, mostra como reconhecer os rinocerontes cinzas: os problemas grandes e visíveis que seguimos tratando como paisagem. Deu origem à palestra TEDx.
Comprar na Alta Books →Meu primeiro livro, escrito com Renato Gregório, sobre gestão de carreira médica.
Participação em obra coletiva.
Mudanças de ciclo pedem mais do que energia e metas. Pedem leitura. Se a sua empresa está preparando lideranças, revendo cultura ou atravessando crescimento, a conversa começa aqui.
Por desenho, o trabalho é pessoal: poucas organizações por ano, nenhuma equipe intermediária. Cada solicitação é lida e respondida pela própria Andréia.
Falar pelo WhatsApp